Hendrik Vlek DO – 28 Fevereiro
Christopher Batten DO – 12 Abril
Marco Silvestre DO – 19 Setembro
Miguel Otero DO – 31 Outubro
Nota: incluí coffee breaks // almoço não incluído
Esta formação visa dotar o osteopata de ferramentas críticas para a gestão do paciente em diferentes estados sistémicos. No final da Masterclass, o formando deverá ser capaz de:
Still, A. T. (1899). The philosophy of osteopathy. Hudson-Kimberly Publishing Company.
Littlejohn, J. M. (1907). The Principles of Osteopathy. Chicago: American College of Osteopathy.
Wernham, J. (1986). The Practice of Classical Osteopathy. Maidstone: Maidstone College of Osteopathy Press.
Millard, F. P. (1922). Applied anatomy of the lymphatics. Journal Printing Company
Jänig, W. (2022). The integrative action of the autonomic nervous system: Neurobiology of homeostasis (2nd rev. ed.). Cambridge University Press.
Netter, F. H. (2026). Netter Atlas of Human Anatomy (9th ed.). Elsevier Health Sciences.
Após a licenciatura em Educação Física e Fisioterapia na Universidade Católica de Leuven (B), Hendrik estudou na Academia Internacional John Wernham de Osteopatia Clássica em Leuven (B) em associação com o Maidstone College of Osteopathy (Reino Unido).
Depois de se formar em 1995, iniciou a prática osteopática em Sion, Suíça, onde também orienta, desde 1999, estagiários da Escola Suíça de Medicina Osteopática. Nesta escola foi perito nos exames finais durante mais de 7 anos.
Hendrik foi um dos primeiros osteopatas a passar no Exame dos Estados Suíços para osteopatas em 2008. Esteve ativamente envolvido na criação da Associação Suíça de Osteopatas e lecionou em muitos dos seus cursos de pós-graduação.
Desde outubro de 2017 orienta na sua prática os estagiários do Mestrado Suíço em Osteopatia.
Há muitos anos, com muito prazer, que também leciona no ICO. Em outubro de 2017 e 2018, na convenção iO, em Londres, foi um dos palestrantes da equipa do ICO. Também foi palestrante em conferências online da ICO e AIOC e fez vários vídeos de demonstração para a ICO e um para uma conferência online da Osteopathic Aliance.
Em março de 2024, na Conferência do 70º Aniversário da ICO, Hendrick foi um dos líderes de um workshop e palestrante da conferência.
Hendrick também publicou alguns artigos.
É casado com a sua esposa Sarah e têm 3 filhos.
Transformar o físico em fisiológico é onde a osteopatia tradicional deixa de ser mecânica e passa a ser medicina. Este curso avançado explora como a intervenção manual especializada — através de técnicas de bombeamento linfático, circundução rítmica, inibição, estimulação e trabalho articular preciso — pode transformar a tensão tecidular, a estase de fluidos e a irritação neural em respostas fisiológicas coordenadas. Isto vai além de “libertar as articulações” e procura restaurar a circulação, a drenagem e o equilíbrio reflexo, demonstrando como a estrutura se torna uma porta de entrada para a função quando manipulada com intenção, em vez de força.
Os participantes irão aprender a utilizar o movimento, o ritmo e a pressão para despertar o fluxo linfático, equilibrar o tónus autónomo e reeducar os tecidos moles — transformando a restrição em resposta e a compressão em comunicação. A circundução torna-se uma ferramenta de escuta, o bombeamento linfático torna-se uma reinicialização sistémica e cada contacto é encarado como um diálogo com a capacidade inerente do corpo para se reparar.
Christopher Batten, Diretor de educação da FICO do Instituto de Osteopatia Clássica.
Formou-se em 1989 no Maidstone College of Osteopathy sob a orientação do falecido John Wernham. Ensinou patologia, princípios osteopáticos e mecânica aplicada da coluna e da pélvis no Maidstone College of Osteopathy desde 1991.
De 1991 a 1993, lecionou na Academia Internacional John Wernham de Osteopatia Clássica em St. Joris-Weert, nos arredores de Leuven, na Bélgica.
Christopher lecionou regularmente o seu programa de graduação até se mudar para lá para um cargo a tempo integral entre 1992 e 1993, ensinando e administrando a movimentada clínica de graduação. Em 1999 foi convidado a lecionar em nível de pós-graduação no Instituto de Osteopatia Clássica (ICO).
No ano 2000, Christopher foi nomeado co-presidente da ICO e escreveu seu boletim informativo, assumindo posteriormente a direção do curso de pós-graduação, sob a orientação de John Wernham. Posteriormente, tornou-se Secretário da ICO e é o atual Diretor de Educação. Além das suas funções na ICO, agora tem uma vida de palestrante itinerante, lecionando em vários locais pela Europa, Canadá, Japão e Rússia.
Atualmente, vive e pratica em Toronto, Canadá.
Esta masterclass propõe uma reflexão rigorosa e profunda do papel da osteopatia aplicada às condições autoimunes, à luz do conceito de Andrew Taylor Still, da sistematização fisiológica de John Martin Littlejohn e da transmissão pedagógica de John Wernham versus ciência atual. Parte-se do princípio de que a osteopatia não é um conjunto de técnicas dirigidas, mas um conceito conduzido através de um sistema de pensamento clínico orientado para a remoção de obstruções à expressão da “fisiologia normal”, mesmo em contexto de disfunção imunológica crónica. A abordagem osteopática clássica não pretende tratar a doença autoimune em si, mas compreender como alterações estruturais, circulatórias, neurológicas e adaptativas podem condicionar a capacidade reguladora do organismo.
Esta masterclass não pretende ensinar técnicas isoladas, mas ensinar a pensar osteopaticamente, aplicando e respeitando a herança clássica e a coerência interna da osteopatia enquanto sistema de saúde integrado.
Marco é osteopata, formou-se em Osteopatia na I.T.S. – Universidade Lusíada de Lisboa (2007), em 2011 pós-graduou-se em Osteopatia Clássica na JWCCO, Inglaterra. Desempenhou funções de diretor e professor assistente na representação em Portugal do JWCCO.
Para além da prática clínica, desde 2009, em 2015 fundou o Instituto Português de Osteopatia Clássica – IPOC, onde desempenha atualmente as funções de Diretor Clínico & Coordenador de Estudos.
A Osteopatia Clássica e o movimento formam uma abordagem integrada que visa restabelecer o equilíbrio global do corpo através da relação direta entre a estrutura e a função. Nesta perspetiva, o movimento não é apenas um resultado, mas a ferramenta essencial para a autorregulação e recuperação da saúde.
É natural de Lisboa onde reside atualmente. Desde o ano de 2012 vem traduzindo/lecionando aulas de Osteopatia Clássica na JWCCO. É também docente na Companhia Olga Roriz. Considera-se um apaixonado pelos movimentos da vida e pela arte do exercício.
Em 2014 concluiu a Pós-graduação e Curso Avançado em Osteopatia Clássica (The John Wernham College of Classical Osteopathy – England)
E em 2011 concluiu o Curso em Osteopatia (Instituto de Técnicas de Saúde).
Atualmente, exerce no seu consultório privado e em Clínicas em Lisboa.

Membro do Registro de Ostéopatas da França
Diplomado em Osteopatia
Diploma de Universidade de Anatomia aplicado ao exame clínico e à imagem
Antigo encarregado do curso de Ostéopatia no Collège d'Enseignement Traditionnel de Ostéopathie Harold Magoun
Antigo responsável pelo departamento Viscéral do Instituto Supérieur d’Ostéopathie Paris. ISOP
Orador Internacional
Autor do livro: « Traité Pratique d’Ostéopathie Viscérale » aux éditions Frison-Roche
Autor do livro: «Cahier d’Ostéopathie pelvi-périnéale» prefácio do professor François Desgranchamps chef de serviço de urologia, hôpital St Louis, Paris. Aux éditions Frison-Roche.
Co-fundador e diretor administrativo da escola de formação e avaliação anátomo-clínica. EFEAC
Apesar de sermos uma instituição muito jovem, nem por isso nos devemos esquecer de que o que aqui fazemos é muito antigo, vem de muito longe e vai para muito longe: começou naquele dia perdido nos tempos em que pela primeira vez um ser humano percebeu que por detrás da biomecânica existia uma fisiologia imanente perante a equação da estrutura versos função e era obrigatório passar à geração seguinte a experiência e o saber que «o labor, o trabalho e a ação», como diria Hannah Arendt, lhe tinham proporcionado. Nesse dia longínquo, há dezenas de anos, esse ser humano deu início a uma das atividades mais belas e mais nobres da Humanidade: o ensino da Osteopatia.
É com o compromisso e o dever para com os nossos antecessores e alunos, que assumimos o ensino da Medicina Osteopática segundo os seus primórdios Princípios, com intuito na evolução e progresso do conhecimento.
Bem hajam ao IPOC.
O Diretor,
Marco Silvestre